sábado, 7 de novembro de 2009
Filmes sobre a vida estudantil
Uma seleção de filmes sobre a vida dos estudantes, desde a época do colégio, em intercâmbios, na universidade e até nas festas de faculdade
Por Camila Fink
Fonte: Ikwa (http://www.ikwa.com.br/news_channel/show/302)
10. “Sociedade dos Poetas Mortos”
Peter Weir, 1989
No final dos anos 50, John Keating (Robin Williams), ex-aluno da Welton Academy, é contratado para ser o novo professor de literatura da instituição. Seu objetivo é inspirar seus alunos a desenvolver suas habilidades e a capacidade crítica. De tão clássico, já ganhou até uma versão que se passa em um internato de meninas. Dramático do começo ao fim, é considerado um dos filmes mais poéticos do gênero e faz muita gente chorar. Vai um lencinho, aí?
9. “Curtindo a Vida Adoidado”
John Hughes, 1986
Quem nunca teve vontade de tirar o dia de folga, na época do colégio, na faculdade ou no dia a dia de trabalho? John Hughes, um dos gênios dos filmes adolescentes dos anos 80, diretor de “Clube dos Cinco” (1985), imortalizou esse desejo no personagem Ferris Bueller (Matthew Broderick). Apesar de ser bem característico dos anos oitenta e da história ser absolutamente inverossímil, o filme é divertidíssimo e conquista público até hoje.
8. "Patch Adams- O Amor é Contagioso"
Tom Shadyac, 1999
Não são apenas os jovens que entram na faculdade. Um dos mais famosos estudantes quarentões da ficção é Patch Adams (Robin Williams), que se interna em um sanatório para se recuperar de uma depressão e lá descobre seu interesse em ajudar os outros. A história é baseada na biografia de Hunter Adams, que inspirou de grupos de médicos-palhaços como o Doutores da Alegria. Trata-se de uma comédia dramática dessas de fazer uma enxurrada de lágrimas.
7. “Apenas o Fim”
Matheus Souza, 2009
Este é um dos raros exemplares dos longas-metragens nacionais que abordam a temática estudantil. Apesar de não discutir o dia a dia universitário, o enredo fala de aflições dos estudantes e de jovens profissionais que não sabem o que esperar do futuro. Além disso, a história se passa dentro da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e o filme foi dirigido por um aluno de cinema da instituição.
6. “Procura-se um Morto”
Alan Cohn, 1998
Dois colegas de quarto curtem a vida universitária nas baladas do campus e o resultado negativo logo chega com as baixas notas do boletim. Para salvar o pescoço e não bombarem, eles descobrem uma maneira bastante surreal de não serem expulsos e ainda por cima ganharem as notas máximas.
5. “Legalmente Loira”
Robert Luketic, 2001
Para provar toda a sua capacidade, Elle Woods (Reese Whiterspoon) resolve estudar para passar no curso de direito de Harvard. Na faculdade, Elle quebra o estereótipo da loira fútil, leva um pouco de moda para os sérios estudantes do campus e apresenta aos espectadores o dia a dia de um estudante de direito na universidade e em ação no tribunal.
4. “Quebrando a Banca”
Robert Luketic, 2008
O filme é inspirado na história real de um grupo de alunos da instituição liderado por Jeff Ma do MIT que vai para Las Vegas aos finais de semana fazer fortuna nos cassinos com truques matemáticos. O esquema era usar conhecimentos estatísticos para contar cartas e, com a ajuda de um sistemas de sinais, vencer todas as rodadas do
21, também conhecido como blackjack.
3. “Gênio Indomável”
Gus Van Sant, 1997
A universidade é muito mais um pano de fundo dessa história de amizade entre o psiquiatra Sean McGuire (Robin Williams) e Will Hunting. Interessante observar que nem sempre as mentes mais brilhantes estão nos bancos universitários e que a genialidade não é sinônimo de sucesso profissional.
2. “Eleição”
Alexander Payne, 1999
O filme é uma dobradinha de atores que já apareceram nessa lista. O filme pode parecer mais uma comédia adolescente americana, mas vai além disso. Fala sobre embates de poder, faz críticas ao chamado “american way of life” e ilustra um pouco da vida política estudantil nos EUA.
1. “Albergue Espanhol"
Cédric Klapish, 2002
Xavier (Romain Duris), estudante parisiense, está no último ano do curso de economia quando decide fazer um intercâmbio em uma faculdade de Barcelona para aprender a falar espanhol e conseguir um emprego. Lá, Xavier encontrar uma república onde vai morar com estudantes de diferentes nacionalidades. Apesar de alguns clichês, trata-se de um dos melhores filmes sobre a vida estudantil em república, retrata um intercâmbio e o amadurecimento dos jovens.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Nova lei reestrutura a contratação de estagiários
Angelica Kernchen
Em setembro de 2008 passou a vigorar a nova lei para estágios e, desde então, todas as empresas devem aplicá-la na admissão de novos estagiários. O Dr. Fernando Cordeiro da Luz, coordenador da área de Contencioso da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados, diz que a nova lei regulamenta detalhadamente o tema e traz uma previsão bem definida dos direitos e obrigações das três partes envolvidas (estagiário, empresa e instituição de ensino), além da definição de prazo para o estágio, quantidade de estagiários por empresa e previsão de penalidade para o caso de descumprimento de cláusulas contratuais.
Márcia Teodoro, assessora jurídica da Universidade Cidade de São Paulo e especialista em gestão educacional e direito empresarial, chama a atenção para o que considera uma das principais mudanças estabelecidas por essa nova lei: o direito a férias remuneradas. “Os estagiários não tinham esse direito, mas agora os empregadores terão que garantir que elas aconteçam preferencialmente quando o aluno estiver em recesso escolar. Estagiários que não completarem um ano na vaga passam a ter direito a férias proporcionais (e a remuneração idem)”, explica.
Contudo, é preciso ressaltar que mesmo com a conquista desses benefícios, a atividade de estagiário não constitui vínculo empregatício, o que já era tratado pela legislação anterior. “O que acontece é que a nova lei criou uma possibilidade do vínculo ser exigido para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária caso haja descumprimento pela empresa das novas regras”, alerta Márcia.
Porém, todas essas alterações colocaram em debate outra questão: as novas mudanças farão com que as empresas reduzam suas vagas de estágio?
Especialistas garantem que não: “a regulamentação só traz segurança jurídica; isso fará com que um número maior de empresas abra vagas de estágio, permitindo ao estudante ingressar mais cedo no mercado de trabalho”, diz Dr. Fernando. “Muitos de nossos colaboradores efetivos iniciaram na empresa como estagiários, isso faz com que o programa de estágios ganhe credibilidade, pois incentivamos a formação e a preparação do estudante para adquirir experiência até se tornar um profissional qualificado para assumir novos espaços na empresa”, declara Aline Antonel de Castro, coordenadora de Gestão de Pessoas da Cosmotec, empresa que utiliza serviços da Catho Online para divulgar suas vagas de estágio.
E se ainda existem dúvidas sobre redução de vagas de estágios por conta da nova lei, Aline atesta: “Apostamos em novos profissionais, procuramos o famoso brilho nos olhos na hora da contratação, qualidade geralmente encontrada no perfil de estagiário. Atualmente contamos com 6 estagiários, o que representa 6,20% do nosso quadro de colaboradores. Com a empresa em expansão, estamos estudando a abertura de novas vagas”.
De acordo com Aline, existem algumas características que devem ser levadas em conta para aumentar as chances de contratação ao concorrer a uma vaga. Essas características remetem ao perfil de profissional requerido pelas empresas no mercado de trabalho atual. “O novo profissional deve estar atento a mudanças e preparado para encará-las. Hoje em dia, não basta ser técnico nem rechear o currículo com diplomas e cursos. A parte comportamental conta muito, e acredito que qualidades como a autoestima, boa comunicação, equilíbrio, maturidade, entusiasmo e muito bom humor para enfrentar as pressões diárias formam o diferencial do bom profissional”, explica Aline, que comenta ainda que questões como atitude e busca por seu diferencial influenciam muito na hora de contratar um estagiário.
Mais que isso, a vontade de conseguir a vaga conta muito. “Interesse. Normalmente, as empresas não exigem que o estudante que se candidata ao estágio tenha experiência, pois elas até mesmo preferem formar o profissional, preparando-o para uma possível efetivação no futuro. É necessário que o candidato mostre-se proativo e tenha condições de se integrar bem ao trabalho em equipe. Boa formação escolar, conhecimentos de informática e língua estrangeira podem ser um diferencial no momento da seleção”, instrui Dr. Fernando.
Apesar de ser um grande desafio conciliar estágio e estudo, um conselho dos especialistas a todos os estudantes é para que saibam administrar seu tempo. Apesar do estágio ser trabalho e fonte de renda, seu foco continua sendo complementar a formação acadêmica. “Vontade e determinação para conseguir conciliar estudo e trabalho é muito importante, mas também é uma questão de costume. O importante é não submeter o corpo e mente ao estresse excessivo. Tentar relaxar aos finais de semana é uma boa dica”, finaliza Aline.
Oportunidades de estágio
Hoje existem na Catho Online mais de 9.600 vagas de estágio disponíveis.
Fonte: Empregos Catho Online
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Lição de Vida: Élson Júnior aproveita pausa do almoço para tocar piano
Fonte: O Portal de Notícias da Globo
01/11/09 - 20h59 - Atualizado em 01/11/09 - 20h59
Gari pianista faz dueto com neto de Jobim
Élson Júnior aproveita pausa do almoço para tocar piano.
Gari também dá aulas de música.
Do G1, no Rio, com informações do Fantástico
Um gari vem chamando a atenção de todos por causa de seu talento musical: todos os dias ele vai tocar piano na subprefeitura do Centro do Rio. E Élson Júnior, de 26 anos, ganhou um presente: um dueto com o neto do ídolo Tom Jobim, Daniel Jobim.
A história dele é surpreendente: Élson é um gari como tantos, mas tem um talento como nenhum outro. Ele mora em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Todos os dias ele acorda às 4h para chegar às 8h na prefeitura do Rio de Janeiro.
“Aqui a gente faz uma quantidade grande de rua. Na Comlurb, a gente tem setores que a gente trabalha: tem o Saara, a Rua Uruguaiana, Rio Branco, no total de três a quatro ruas por dia totalizam um setor, esse é o nosso trabalho”, explicou Élson. “Antigamente o gari era o famoso lixeiro e algumas pessoas ainda têm esse pensamento de ver o gari como lixeiro”.
“Só quem trabalha nessa profissão para saber como é difícil às vezes ser ignorado pela sociedade, mas eu admiro muito”, se orgulhou a esposa de Élson, Ana Lúcia Silva.
“Ele nunca se deixou abater pelas dificuldades, pelas adversidades, até porque a nossa família nunca teve condições de proporcionar aquilo que ele queria”, disse o pai do gari, Élson Ferreira da Silva
Emocionada, a mãe Sandra Regina Silva também se diz orgulhosa do filho.
No trabalho, a parada ao meio-dia é sagrada. “Esse é o momento que a gente para pra poder almoçar e não pode demorar muito. A gente come rapidinho, porque daqui a gente já está indo ali para o lugar onde a gente faz aquele som todos os dias”, revelou.
Élson Júnior corre, porque ele tem hora marcada na subprefeitura.
“Eu vim aqui e o piano não estava sendo utilizado atualmente. Aí eu vim fazer uma limpeza no local, aí cheguei aqui e vi o piano, pedi para o superior encarregado para fazer um som, na hora ele meio que relutou, mas depois eu vim aqui falei com a moça da Guarda Municipal. Ela disse 'pode tocar'. Mas senti que ela ficou meio assim, 'um gari tocando piano'”.
Dueto com Daniel Jobim
O ídolo do gari é Tom Jobim. E para surpresa de Élson, o neto de Tom, Daniel Jobim, que também é músico foi convidado para um dueto. “Não sei nem o que falar, eu estou meio em êxtase”, disse.
Aulas de música
O talento do gari é usado para ensinar. “Eu dou aula de violão e de teclado para a galera. Se eu puder facilitar o caminho de alguém, eu vou facilitar. Eu me considero mais um incentivador do que um professor”.
Élson também ensinou muita gente a ler e escrever. “Essa semana eu tive o privilégio, através do ensino que ele me deu, de assinar o papel das minhas férias, meu 13º, assinar tudo isso”, contou uma das alunas de Élson.
Em casa, Élson tem apenas um violão. Os outros instrumentos que ele toca são emprestados. Mas ele acredita na realização de um sonho: “Eu acho que a cozinha não é o lugar adequado pra um piano, mas como ele não passa nessa porta. A não ser que a gente desmonte o piano. Não sei, podia tirar até a geladeira, o fogão, contanto que eu tivesse como fazer o meu som, podia ficar no lugar da geladeira e do fogão. O homem, se ele não sonha, ele não vive, ele é morto. O homem tem que sonhar”,
E Élson Júnior se despede com uma homenagem a um grande amor: uma música para sua mulher.
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sábado, 31 de outubro de 2009
Leandro Martins - Consultor de Sistemas

Quem é você?
Leandro Martins.
Fale sobre sua atuação e experiência profissional:
Trabalho para a Senior Sistemas como consultor de implantação desde 2005. No início tinha mais conhecimento da área de Recursos Humanos do que de Tecnologia, apesar de sempre ter gostado de informática, mas ainda não conhecia a fundo a área de desenvolvimento em TI. Aprendi muito nesses 4 anos e meio de Senior, tanto no negócio, quanto na parte técnica e principalmente na vivência com vários segmentos de mercado e pessoas. Cada projeto é um aprendizado muito valioso.
O que sua primeira experiência te proporcionou?
Uma visão global da organização. Fui estagiário do BankBoston (hoje Itaú), por dois anos. Foi uma experiência rica em aprendizado conceitual e técnico e uma vivência com pessoas de outros estados e culturas. Empresas americanas tem isso, muita diversidade e posso afirmar que isso nos faz ver a Universidade, a Sociedade, a Comunidade e as Pessoas de forma diferenciada.
Quais dicas você daria aos jovens profissionais?
Fujam rapidamente do mundo das bebidas alcoólicas, cigarro e drogas. Estamos vendo pela TV, rádio e outros meios de comunicação uma degradação da nova geração, e não estou falando apenas daqueles que não tem estudo ou estão numa classe social desprivilegiada. Estou falando daqueles mesmos, que a pouco tempo denegriram a imagem de uma jovem somente porque ela usava uma mini-saia dentro de uma Universidade. Falemos sério, vamos criar vergonha na cara, e mais responsabilidade, tem tanta coisa importante pra ser feita no mundo e vemos esses mesmos jovens por ai com pré-conceitos ridículos e acima de tudo sem a preocupação adequada com uma formação de qualidade, tanto técnica-conceitual, quanto moral e de respeito às diversidades. Que pena.... onde iremos parar .... ninguém vai pra rua protestar contra uma série de barbaries que vemos todos os dias sendo cometidas por políticos despreparados e corruptos. Mas para praticar atos de ridicularizar alguém.... ah... isso tem de monte de gente por ai.... Vamos acordar “macacada” (como diz o José Simão).... as empresas precisam de pessoas preparadas tecnicamente e moralmente para assumir suas posições gerenciais no futuro. Preparem-se adequadamente e rapidamente, porque esse futuro já é bastante presente.
Defina o que é sucesso para você em uma frase:
Atuar de forma responsável dentro de qualquer organização, respeitando suas diversidades.
Local de atuação:
São Paulo. Podendo ser acionado para atuar em projetos em qualquer região do país.
Contato:
leandromartinsc@gmail.com
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domingo, 25 de outubro de 2009
Como transformar seu ambiente de trabalho
Autor(es): Mauro Silveira
Época - 24/08/2009
Não espere que a empresa mude sozinha. Seja qual for seu cargo, há atitudes que você pode adotar agora para torná-la um lugar melhor
Um dos principais objetivos da publicação de uma lista como a das 100 Melhores Empresas para Trabalhar é seu poder de disseminação de bons exemplos. O prêmio influencia mais empresas a apostar na valorização de seus profissionais. Mais que isso, os exemplos das melhores e a metodologia da pesquisa ajudam a guiar as empresas no caminho da melhora. Mas esse não é um caminho a ser trilhado exclusivamente pela direção da empresa. Com a ajuda de Andrea Veras, diretora de desenvolvimento de lideranças do Great Place do Work Institute; de Gutemberg de Macêdo, da Gutemberg Consultores, especialista em recolocação profissional e aconselhamento de executivos; e de Karin Parodi, diretora-geral do Career Center, uma consultoria de carreira, listamos 12 atitudes que qualquer funcionário pode adotar para ajudar a melhorar o clima a seu redor.
1 - CELEBRE AS CONQUISTAS
Você bateu a meta do mês? Sua área superou as expectativas da diretoria? Seu colega fez um trabalho excepcional? Celebre esses momentos. Não é preciso ser chefe para organizar a festa. Chame a turma para uma happy hour, um almoço especial ou um simples cafezinho. Seus colegas se sentirão reconhecidos – e tentados a repetir o comportamento de celebração das vitórias, um dos pilares de um bom ambiente de trabalho.
2 - TRADUZA A EMPRESA, INFORME, ORIENTE
A comunicação clara, ágil e eficiente é uma das marcas das 100 Melhores Empresas para Trabalhar. Os bons líderes são próximos das equipes e procuram transmitir as informações necessárias para que cada um execute bem seu trabalho. Mas essa não é a norma. Na maioria das empresas, comunicação é um dos principais problemas. Quando detectam falhas na empresa em relação à comunicação, as pessoas em geral se calam também – e reclamam da empresa. Essa atitude não ajuda. Mesmo num ambiente contaminado pela desconfiança, um profissional pode se destacar promovendo a comunicação. Questione seu chefe, o RH e até seus colegas. Sem confrontar a estrutura da empresa, tente contribuir com ideias e sugestões de melhorias. Você também pode dar conselhos profissionais a seus colegas de maneira construtiva, para ajudá-los a corrigir falhas e melhorar seu desempenho.
3 - ELOGIE OS COLEGAS
Poucas pessoas têm o hábito de elogiar um trabalho realizado com qualidade. Por outro lado, a maioria não pensa duas vezes antes de criticar alguma falha. Não procure nem aponte culpados quando algo de errado acontecer. Prefira reconhecer o esforço e a dedicação das pessoas a seu redor, elogie quando for merecido, reconforte quando surgir alguma falha e aponte caminhos e soluções quando for possível.
4 - TREINE O RESPEITO
Embora se trate de um princípio básico, as pessoas estão se esquecendo de algumas regras de educação. Há pessoas que até se surpreendem quando ouvem alguém pedir licença ou por favor, ou mesmo dizer obrigado por algo. Estamos vivendo um processo de brutalização dentro das empresas. Ao ser educado, você cativará as pessoas e elas passarão a se policiar para agir de maneira parecida. Haverá mais respeito entre todos.
5 - SEJA POLÍTICO
No bom sentido. O político é a pessoa voltada à vida em comunidade, aos relacionamentos. Esse é um dos talentos mais valorizados hoje na vida profissional. Um bom político sabe extrair o melhor de cada pessoa da equipe, funciona como agregador rumo a um objetivo comum. Para fazer isso, você precisa conhecer as pessoas com quem trabalha, a forma como reagem a diversas situações e como lidar com elas. Só há um jeito de aprender essas coisas: ouvindo as pessoas, observando-as, valorizando suas contribuições. Essas ações ajudam a criar empatia no ambiente de trabalho.
6 - NÃO SEJA POLÍTICO
No mau sentido. Fuja dos joguinhos políticos que existem em todas as empresas. Muitos profissionais perdem um tempo precioso envolvidos com fofocas, querendo roubar o lugar de alguém e falando mal das pessoas, do chefe e da empresa. Eles se defendem dizendo agir dessa maneira por uma questão de sobrevivência, já que todos fazem o mesmo. É difícil realmente não ser engolido por esse tipo de comportamento. Não minta, não manipule as informações e não tente controlar as pessoas. O melhor a fazer é seguir um princípio simples: só faça aos outros aquilo que você quer que os outros façam com você. Agir assim é ter uma postura generosa. Mas não faça isso esperando algo em troca, e sim porque você tem bom coração e acredita que isso ajudará a empresa na construção de um ambiente de trabalho mais saudável.
7 - ACEITE AS MUDANÇAS
O ambiente de trabalho atual é lotado de mudanças: de produtos, de técnicas, de estratégia, de equipes. Mas toda mudança tem um componente de estresse. Nas melhores empresas, as mudanças são comunicadas com clareza, e as pessoas são mais bem preparadas para elas. Se esse não é o caso em sua empresa, você sempre pode ajudar a minimizar os danos. Evite apegar-se a uma situação confortável demais, porque em geral ela significa acomodação profissional.
8 - RESPEITE SEUS LIMITES
Dedicar-se ao trabalho é crucial. Mas as pessoas tendem a passar mais tempo que o necessário no escritório, em atividades pouco produtivas. Se você se concentrar mais no que realmente importa (diminuindo o número de ligações telefônicas desnecessárias, por exemplo), conseguirá sair mais cedo, descansar, fazer uma atividade física, ler e conversar com os amigos. Levar uma vida equilibrada eleva o humor e diminui o estresse. E gente bem-humorada contamina os outros com alegria.
9 - CRIE UMA ILHA DE EXCELÊNCIA
Se a sua empresa não é um lugar ideal, construa esse ambiente, ainda que seja num microcosmo. Comece tratando seus subordinados e pares de um modo transparente, aberto. Mesmo se você só tiver influência sobre uma parte muito pequena da empresa, o exemplo pode se espalhar.
10 - AJUDE SEU COLEGA
Você percebe que a pessoa a seu lado está atolada de trabalho, mas não faz nada para ajudar. Cada um por si, certo? Errado. Mesmo que você esteja passando pelo mesmo sufoco, pergunte se pode ajudar de alguma maneira. Muitas vezes, uma simples dica ou uma orientação pode fazer uma grande diferença para seu colega. Se as pessoas que trabalham na empresa fazem parte de um único time, então você será visto como alguém que sabe trabalhar em equipe. Melhor ainda: passará a contar com a solidariedade da pessoa que ajudou e poderá receber ajuda quando precisar.
11 - AJUDE A DESENVOLVER TALENTOS
O conhecimento adquirido por um profissional vale muito pouco se ele não é colocado em prática e compartilhado com os colegas. Ensine o que sabe, troque experiências, dê apoio aos que estão aprendendo alguma atividade que você domina, oriente aqueles que acabaram de ser admitidos. Ensinar é também uma forma de se desenvolver como pessoa e como profissional. Seu “aluno” será grato e você passará a ser visto como um funcionário valioso. O ambiente com troca de conhecimentos que você estimula com essa atitude será mais estimulante e descontraído.
12 - APROXIME-SE DE QUEM É DIFERENTE
Nós temos a tendência de conviver mais com as pessoas que têm o mesmo perfil que o nosso. Existe uma atração natural entre profissionais parecidos. O ideal seria você não abandonar aquelas que pensam e agem de forma diferente da sua. Isso pode ajudá-lo a avaliar seus problemas sobre outros ângulos – e impedirá a formação de panelinhas. Quanto mais você entender a posição do seu colega, maior a chance de trabalhar em harmonia.
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domingo, 18 de outubro de 2009
Vida Associativa
Vida Associativa
*por Tom Coelho
“Quando dizemos que o homem é responsável por si próprio,
não queremos dizer que o homem é responsável
pela sua restrita individualidade,
mas que é responsável por todos os homens.”
(Jean-Paul Sartre)
Passamos por mais uma crise. Falo sobre a crise econômica mundial cujo início ficou registrado com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers em setembro de
2008. Vários países entraram em recessão, situação na qual tecnicamente ocorre redução do nível de atividade por dois trimestres seguidos. Contudo, no último trimestre, muitas nações conseguiram reverter este quadro, anotando crescimento em suas economias.
O fato é que falar em crise está sempre na moda. O assunto é garantia de audiência, habitando os noticiários de jornais, revistas e programas televisivos. Para alguns, é fato e não especulação, ilustrado por vendas em queda e desemprego em alta. Para outros, oportunidade ímpar e inesperada.
Em momentos como este o associativismo surge renovado como instrumento de apoio, mediação e promoção do desenvolvimento. Um bom exemplo são os próprios sindicatos de trabalhadores, outrora vinculados à proteção de direitos e garantias, atualmente envolvidos com a manutenção do emprego sob um ponto de vista macroeconômico e social.
Para as empresas, as associações também evoluíram de meras defensoras de interesses corporativos para um ambiente de troca de experiências, debate de ideias e busca de soluções para problemas que se assemelham independentemente do porte e área de atuação das companhias.
As associações representam um fórum legítimo para a discussão de temas relacionados ao universo das relações empresariais. Quando bem conduzidas, podem assumir uma postura de vanguarda e pioneirismo, reunindo especialistas de elevada qualificação para semear discussões e apontar caminhos para novas e instigantes questões.
A vida associativa é um instrumento de exercício da sociabilidade. Por meio dela você conquista novos amigos, expande seus conhecimentos, exercita a liderança e atua como agente transformador da sociedade. Adicionalmente, aprende que por mais restrita que seja sua agenda, é sempre possível conciliar seu tempo com atividades que não geram ganhos financeiros, mas que plantam sementes para a posteridade.
No entanto, o bom proveito ocorre quando a atuação é efetiva, ou seja, não se limita à mera formalização da afiliação por meio de uma ficha de inscrição e a obtenção de uma carteirinha ou crachá. Integrar-se à gestão é, inclusive, praticar a cidadania.
Por isso, procure participar! Você poderá escolher associações industriais, como os Centro e Federações da Indústria; associações comerciais, como os CDLs; entidades de classe, como a AAPSA e a ABRH; organizações setoriais, como a Fundação Abrinq e o Instituto Ethos; organizações não-governamentais, sindicatos diversos e outros.
Este é um bom caminho para enfrentar um mundo que seguramente ainda presenciará muitas e muitas crises, as quais serão superadas com maior desenvoltura por pessoas e companhias com visão cooperativista e associativa.
16/10/2009
Tom Coelho é professor universitário, palestrante e escritor com artigos publicados por mais de 400 veículos da mídia em 14 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.tomcoelho.com.br e comunicada sua utilização através do e-mail talento@tomcoelho.com.br
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domingo, 4 de outubro de 2009
Livro: Estratégia e Competitividade - Criando valor para o cliente

Assine o conteúdo do Blog Sua Carreira
Maiara Tortorette
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Na era da globalização, as organizações brasileiras devem estar preparadas para competir com fortes empresas estrangeiras, posto que estas investem em pesquisas e têm tradição em gestão. Dessa forma, as empresas nacionais precisam de um modelo de gestão que as torne mais competitivas, de modo que o Brasil possa gerar mais riqueza e empregos.
Nesse sentido, o livro Estratégia e Competitividade - Criando valor para o cliente possibilita a criação de metodologias de diagnóstico, de planejamento e de implementação da melhoria da competitividade. Escrita por renomados autores, a obra apresenta temas como criação de valor, gestão da inovação, tecnologia da informação, estratégia, competitividade empresarial, entre outros.
O livro traz, ainda, estudos de caso de empresas de diferentes áreas, que ilustram, na prática, a teoria abordada.
Estratégia e Competitividade - Criando valor para o cliente
Autores: Luiz Carlos Di Serio e Marcos Augusto De Vasconcellos
Editora Saraiva - 398 páginas - R$ 69,60
Fonte: http://www.catho.com.br/estilorh/index.phtml?secao=186
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Livro: Muito além da hierarquia

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Maiara Tortorette
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Num cenário cada vez mais competitivo, o gestor precisa ter em sua equipe pessoas que façam acontecer e que sejam autônomas. Para isso, é preciso fazer um autodiagnóstico gerencial e transformar-se em um gestor além da hierarquia.
Esse novo conceito, criado pelo renomado professor e consultor Pedro Mandelli, no livro Muito além da hierarquia vai ajudá-lo a assumir o perfil de um gestor que valoriza as pessoas e os processos de desenvolvimento próprio e de seus subordinados, tendo como objetivo capacitar a equipe para que todos cresçam profissionalmente e entreguem os resultados.
Em relação às edições anteriores, o autor procurou ampliou dois pontos-chave na gestão de pessoas: o primeiro diz respeito ao entendimento da relação líder-liderado, no qual aprimorou as ferramentas descritas nas edições anteriores a fim de aprofundar o processo. O segundo diz respeito ao alinhamento de comportamento em um time, cuja metodologia está mais consistente, com passo-a-passo para a execução.
Tudo isso para você se tornar um líder além da hierarquia. Mãos à obra!
Muito além da hierarquia
Autor: Pedro Mandelli
Editora Gente - 254 páginas - R$ 49,90
Fonte: http://www.catho.com.br/estilorh/index.phtml?secao=186
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